3 aulas com Alec Krüse Zeinad, biólogo especialista em ictiofauna da Amazônia de interesse da pesca esportiva, e Rubinho de Almeida Prado, um dos maiores nomes da pesca esportiva brasileira. O único conteúdo que explica o mecanismo biológico real do repiquete e o que você pode fazer para pescar mesmo assim.
Dois tipos de pescador na Amazônia
Pescador sem essa informação
Pescador que entende o repiquete
| ✗ Sem o conhecimento | ✓ Com as 3 aulas | |
|---|---|---|
| LEITURA DO FENÔMENO | ||
| Por que o peixe parou de morder | Sem explicação. "O peixe não está mordendo hoje" | Uma razão biológica específica que tem explicação, e entender essa razão muda tudo |
| Onde o tucunaré está no repiquete | Nos mesmos pontos de sempre | Em posição diferente, com comportamento diferente, e há lógica para isso |
| Por que algumas regiões da Amazônia são mais afetadas | Não sabe | Tem uma razão ligada à química da água de cada região |
| TÉCNICA DE PESCA | ||
| Velocidade de trabalho de isca | Mesma velocidade de sempre | Muda. A terceira aula explica como e por quê |
| Tamanho da isca | Mesmo tamanho de sempre | Muda. A razão está no que acontece com o peixe na segunda aula |
| Tipo de isca | Mesmas iscas de sempre | Muda. Há tipos que funcionam melhor e a lógica tem base biológica |
| Abordagem no ponto de pesca | Um arremesso, não pegou, muda de lugar | Muda. O comportamento do peixe no repiquete exige uma abordagem diferente |
| Onde procurar o peixe | Nos mesmos pontos de sempre | Muda. O peixe se move e entender por que é o que faz a diferença |
| Equipamento | Mesmo setup de sempre | Pode precisar de ajuste, dependendo do que a técnica exige |
| EXPECTATIVA E MENTALIDADE | ||
| Expectativa de resultado | Mesma quantidade de peixe de quando não havia repiquete | Produtividade menor, mas capturas possíveis onde os outros ficam em zero |
| Como reagir ao repiquete | Frustração e resignação | Mudança de estratégia baseada no que está acontecendo com o peixe |
Todo pescador que já pegou o repiquete no Rio Negro conhece essa situação
"Ontem foi um dia incrível, peguei diversos peixes. De noite a água subiu. Hoje passei o dia inteiro sem pegar um único. É como se o rio tivesse morto."
"O guia falou que era o repiquete. Mas os caras do outro barco estavam pescando de um jeito diferente e conseguiram alguma coisa. Por que comigo não funcionou?"
"Gastei mais de R$ 12.000 nessa viagem. Nos primeiros dois dias foi incrível. Depois o repiquete chegou e os outros cinco dias foram perdidos."
"Fui perguntar para o guia por que o peixe tinha sumido e ele não soube explicar direito. Ninguém explica o que de fato acontece com o tucunaré quando vem o repiquete."
A explicação que ninguém deu antes
A maioria dos pescadores volta da Amazônia achando que teve azar, que o guia era ruim ou que a temporada foi fraca. Mas o que acontece com o tucunaré no repiquete tem uma explicação científica clara, e conhecê-la muda completamente a forma de pescar.
Quando o repiquete chega, o tucunaré muda de comportamento de forma drástica. Ele para de atacar, reduz o apetite, muda de posição e praticamente desaparece para o pescador que continua pescando do jeito de sempre.
Isso não é falta de peixe. Não é azar. Não é a fase da lua. É uma resposta fisiológica específica do peixe a uma mudança no ambiente. Uma resposta que tem nome, tem mecanismo e tem consequências previsíveis no comportamento do animal.
O Alec Zeinad, biólogo especializado em ictiofauna amazônica, passou anos estudando exatamente esse mecanismo. E quando o Rubinho entendeu a explicação, depois de mais de 35 anos pescando na Amazônia, a reação foi: "isso muda tudo que eu sabia sobre pescar no repiquete".
A segunda aula explica o que acontece dentro do peixe quando o repiquete chega, por que o comportamento muda completamente e o que isso significa para a isca que você está usando.
O repiquete não tem o mesmo impacto em toda a Amazônia. Dependendo da região onde você pesca, o efeito no tucunaré pode ser muito mais intenso, e a razão está na química da água de cada bacia.
Essa diferença entre regiões é um dos pontos que a primeira aula cobre, e entendê-la ajuda a calibrar a expectativa antes de embarcar.
Quando o pescador não entende o que está acontecendo com o peixe, a tendência natural é continuar fazendo a mesma coisa. Mesmo ponto, mesma isca, mesmo trabalho de isca. E quando não vem, vai para outro ponto e repete.
O problema é que o tucunaré no repiquete não está respondendo ao que ele respondia dois dias antes. Os instintos que você estava explorando foram substituídos por outros, e a técnica precisa mudar junto. A terceira aula é sobre exatamente isso: o que fazer diferente, com base no que está acontecendo com o peixe.
Os valores abaixo são estimativas hipotéticas. Troque pelos números reais da sua próxima viagem.
A diferença entre perder 5 dias de uma viagem de R$ 10.800 e aproveitar cada um deles é R$ 77. Menos do que o custo de duas iscas que ficaram presas na estrutura.
Valores hipotéticos. Substitua pelos seus dados reais.
O que você aprende nas 3 aulas
Cada aula é um nível de profundidade: entender o fenômeno, entender o peixe, saber o que fazer.
O que é o repiquete, por que acontece, por que o impacto varia dependendo da região da Amazônia e o que muda no ambiente quando ele chega durante a seca.
A explicação biológica do que ocorre dentro do tucunaré durante o repiquete. Por que o comportamento muda de forma tão drástica e o que isso significa para a pesca.
Como adaptar a técnica com base no que está acontecendo com o peixe. O que mudar na isca, no trabalho de isca, no arremesso e na mentalidade para ter resultado onde os outros ficam em zero.
O repiquete não é imprevisível no comportamento do peixe. A reação do tucunaré segue um mecanismo biológico claro. Quem entende esse mecanismo muda a forma de pescar com critério, em vez de tentar tudo aleatoriamente ou simplesmente desistir.
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O fenômeno, a fisiologia do peixe e as técnicas práticas para minimizar os efeitos
Sabendo o que está acontecendo com o peixe, você muda a técnica com critério real
Quem criou esse conteúdo
O Rubinho vivia o problema. O Alec foi estudar a causa. Depois de muito tempo juntos na Amazônia, chegaram às explicações e técnicas que estão nesse material.
Rubinho de Almeida Prado
Uma das maiores referências da pesca esportiva no Brasil. Com mais de 35 anos de experiência na pesca esportiva, se tornou conhecido nacionalmente como apresentador do programa Pesca & Companhia, no SBT. Foi o precursor do pesque e solte no país, transformando a pesca esportiva brasileira. Autor parceiro do livro "Peixes Fluviais do Brasil: espécies esportivas".
Alec Krüse Zeinad
Bacharel em biologia e mestre em zoologia pelo IBUSP. Com mais de 30 anos de experiência na pesca esportiva. Consultor ambiental especializado em ictiofauna de água doce, parceiro em projetos de turismo de pesca esportiva de base comunitária em áreas protegidas na Amazônia. Autor sênior do livro "Peixes Fluviais do Brasil: espécies esportivas".
O que você leva
Driblando o Repiquete
O que é o repiquete tecnicamente, como ele age nos ecossistemas aquáticos de águas pretas, o comportamento do tucunaré durante esse fenômeno e as técnicas práticas de pesca. Com Rubinho de Almeida Prado e o biólogo Alec Krüse Zeinad.
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Dúvidas frequentes
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O conteúdo aborda a Amazônia como um todo, mas explica por que o impacto do repiquete varia bastante dependendo da região onde você pesca. Há rios muito mais afetados do que outros, e a primeira aula cobre essa diferença e o motivo por trás dela.
Não, e o conteúdo é honesto sobre isso. A produtividade cai durante o repiquete, e as aulas explicam por quê isso acontece. O que muda com o conhecimento é que você para de ficar em zero e começa a ter capturas possíveis onde os outros desistem. Não existe isca milagrosa para o repiquete, e esse conteúdo não promete isso.
Essa é a pergunta central que a segunda aula responde em detalhe. O que se pode dizer aqui é que o comportamento do peixe muda por uma razão biológica específica, não por acaso. Quando você entende essa razão, fica claro por que as técnicas normais param de funcionar e o que precisa mudar.
Tem uma razão ligada à composição química da água em cada bacia. A primeira aula explica essa diferença entre regiões e o mecanismo por trás dela. É um dos pontos que ajuda a calibrar a expectativa antes de embarcar dependendo de onde você vai pescar.
Não. O repiquete não é previsível. As operadoras de pesca não conseguem informar com antecedência quando ele vai acontecer. O que você pode fazer é estar preparado para quando ele chegar, sabendo o que mudar na técnica imediatamente.
A terceira aula cobre isso em detalhe, com demonstração das iscas usadas em campo. O que se pode adiantar é que a lógica muda completamente: tipo de isca, tamanho, barulho e ritmo de trabalho todos precisam ser revistos. A razão para cada mudança está diretamente ligada ao que a segunda aula explica sobre o comportamento do peixe.
Sim. Os princípios que a terceira aula apresenta se aplicam tanto para pesca com artificial quanto para fly. A lógica do que mudar na apresentação vale para os dois estilos.
Não vai apagar a frustração das viagens passadas, mas vai mudar o que você faz na próxima. A frustração de não entender o que está acontecendo com o peixe é a pior parte do repiquete. Esse conteúdo resolve exatamente isso.
A próxima viagem pode ser diferente. Não porque o repiquete vai desaparecer, mas porque desta vez você vai saber o que está acontecendo com o peixe e o que fazer diferente.
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